quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Mentiras de pernas longas... parte II


Vocês lembram quando postei em abril esse post, na época eu explicava que ainda não conseguia perceber em meus filhos se estavam mentindo ou não, mas hoje me dei por conta que sim.

Como é bom poder ser surpreendida pelas coisas boas, hoje passado 1 ano e 5 meses posso dizer que conheço o olhar de todos os meus filhos e consigo perceber se estão mentindo, claro que não posso falar com uma certeza clara, somos seres humanos e por muitas vezes podemos falhar.

Aconteceu uma situação com o meu filho mais novo, eu perguntei quem derramou esse creme e ele me desviou o olhar e quando fez isso eu disse foi você e ele me perguntou como tu sabe mãe? E eu disse aquele velho papo de mãe, meu filho os pais sempre sabem quando os filhos estão mentindo e acabei puxando um assunto de um fato que ocorreu lá em casa que percebi que a mana mais velha estava mentindo.

Tudo começou num dia de manhã minha mais nova apareceu com um vidro de remédio meu vazio! Que pavor! Perguntei você tomou? E ela disse sim! Mas como ela tem apenas 3 anos como saber se era verdade mesmo?

Pronto, eu estava em panico, liguei para empregada se havia limpado o remédio, liguei para médica, indaguei os irmãos e nada, na dúvida fizemos os procedimentos indicados com a mais nova.

Hoje meses depois descubro que quem tomou o remédio foi a mais velha, e o pior, nunca me contou! Descobri porque ao falar com meu mais novo que eu sabia quando eles estavam mentindo, veio essa história e eu disse que sabia que alguém havia pego o remédio dai ele entregou a irmã e ela disse: eu não tomei tudo, ops, escapou!

Conversamos muito, acho até que fui dura demais com ela, meu marido também falou, queriamos explicar a importancia do ocorrido, era grave, e se ela tivesse passado mal?

Mas sustos a parte, acho que as coisas estão andando bem, alguns passos de cada vez, sim, fiquei  muito triste de saber que ela ainda mente, mas preocupada se o meu comportamento não a reprime a contar a verdade, difícil! Pais não vem com o manual de instruções, se veio eu perdi (risos)!

Essas regressões percebo que são insistentes, ora mentir, ora bater, ora brigar, a todo momento nos testam, ou até mesmo a forma que estão aprendendo a lidar com os insights, situações que não controlamos, confesso que odeio os meus, saem naturalmente.

Estamos fazendo terapia familiar, quer dizer era para ser familiar, estacionou em mim, socorro, confeço que tem sido gradual a minha aceitação, difícil vasculhar o passado, mas a minha faculdade de psicologia tem me dado uma ajuda de continuar.

Aos poucos vou voltar a escrever contando um pouco dessa louca vida de big mãe!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Desculpem o sumiço!

Pessoal,

Desculpem, mas não estou conseguindo mais atualizar o blog, essa vida de mãe, esposa, profissional 40 horas, voluntária de crianças, blogueira, e agora ainda universitária do curso de psicologia, praticante de pilates e responsável por um grupo de estudos de adoção, realmente está fazendo o blog ficar de lado.

Mas trago ótimas noticias, nosso grupo de estudos sobre o tema adoção já está indo para o terceiro encontro, então provavelmente eu conseguirei atualizar mais o blog do grupo que aqui. Acessem http://www.adotarehamar.blogspot.com/.

Esse será o meu blog pessoal a partir de hoje!

Mas não se preocupem, as crianças estão ótimas, todas muito saudáveis e felizes, assim espero, nossa menor fez três anos esse mês, nossa maior continua evoluindo com a psicopedagoga e as aulas de reforço, e os meninos eu não tenho nem o que dizer de tão amadinhos que são!

Um abraço a todos!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

PADRE REGINALDO MANZOTTI: FILHOS ADOTADOS: BENÇÃO DE DEUS NA VIDA DO CASAL

 
Rio - Pergunta da semana: “Sua benção, Padre. Parabéns pela coluna. Eu e minha esposa não podemos ter filhos; ela quer adotar, mas confesso que tenho algum receio. O que o senhor pensa sobre isso?”.
Na minha percepção, adotar uma criança pode ser uma resposta de oração, uma benção de Deus na vida de casais que não podem conceber filhos biológicos.
O seu receio é compreensível, mas não deixe que isso o acovarde e o faça desistir. Encontramos nas Sagradas Escrituras exemplos de adoção, como Moisés, que foi adotado pela filha do faraó e, mais tarde, tornou-se homem de Deus.
Em São José, por sua vez, temos o exemplo perfeito de homem justo, o qual, mesmo não sendo capaz de compreender o mistério da encarnação do Filho de Deus, acolheu Jesus como filho em seu coração, protegeu-o de Herodes, ao fugir com Ele e Maria para o Egito, e o educou dentro das normas e costumes religiosos da época.
Adotar uma criança implica todas essas responsabilidades, que são exatamente as mesmas envolvidas na criação de filhos biológicos. Tal exigência faz que muitos casais em condições de levar adiante processo de adoção desistam da iniciativa e canalizem seu carinho e sua atenção a bichinhos de estimação, por exemplo.
Não se trata de condenar esse tipo de atitude, até porque animais também são criaturas de Deus, mas o fato é que nas ruas, bem como em orfanatos e instituições, crianças crescem sem quaisquer referências familiares, o que tem consequências catastróficas tanto para os abandonados quanto para a sociedade como um todo.
Não se pode esquecer que uma pessoa dificilmente devolverá aquilo que não recebeu, especialmente valores éticos e morais, como solidariedade e respeito ao próximo.
Adoção é, de fato, atitude sublime, como explica trecho do artigo intitulado “Família e Questões Relevantes”, presente no Documento de Aparecida: “O amor fraterno se expressa de mil maneiras, mas a adoção é um gesto de profundo humanismo, sensibilidade, coragem e, portanto, uma alta forma de caridade, um gesto de fineza e profundidade humanitária. Não esqueçamos que Jesus foi filho adotivo de José, assim como nós, pelo batismo, somos filhos adotivos do Pai, e a adoção é verdadeira geração cultural e espiritual de uma pessoa”.
Um conselho que posso lhe dar é jamais condicionar esse gesto de amor a fatores discriminatórios, como sexo, idade ou cor da criança.
Confie em Deus e reze para que Ele prepare tudo: assim, quando você e sua esposa estiverem diante do futuro integrante de sua família, serão capazes de reconhecê-lo instantaneamente sem necessitar de evidências racionais.
Outra recomendação é fazer tudo dentro da legalidade, nem que isso demande um pouco mais de tempo, para que nada prejudique a família que está sendo formada. Ademais, a espera pode ser muito inspiradora, a exemplo de uma gestação, não no útero, mas no coração. Lembre-se de que os pedidos confiados a Deus sempre se concretizam no momento certo e da melhor forma.
Que Deus os abençoe e coloque em sua vida filhos maravilhosos.

terça-feira, 12 de julho de 2011

O choro de tristeza uma criança


Semana passada precisei ir em dois enterros, além de estar triste por serem pessoas que eu admirava, outro fato me comoveu muito.
O primeiro foi do pai da minha empregada, como na casa vivem muitas crianças e mães solteiras, o "vô" era tido como pai por algumas delas, então foi uma perda muito grande.
E o choro daquelas crianças me comoveu, eu e meu marido não sabiamos qual delas amparar primeiro, visto que algumas choravam compulsivamente. Que dor me causa o choro de tristeza de uma criança.
Ao chegar em casa do enterro de um fiquei sabendo que teria que viajar para ir a outro, esse do meu padrinho.
Aqui na região fazia muito frio e chuvisqueiro, mas eu precisava ir, minha familia, principalmente o meu pai havia sofrido muito nos últimos tempos ajudando a cuidá-lo.
Entre tantas coisas que aconteceram naquela tarde, também foi o choro de uma criança de oito anos que me chamou a atenção, ela era neta do meu padrinho, tentei consolá-la em vão, nem a mãe conseguia!

No longo tempo de volta da viagem, voltei pensando, que triste chorar pela morte de alguém!
Mas e quando não se tem essa oportunidade?
Quantas crianças foram afastadas da familia, que um dia perderam e não choraram na despedida do laço que ronperam!

Acho que assim entendemos porque nossos filhos adotivos as vezes choram sem motivo...eu tento deixar...pois é uma dor que não pode ser contida. Pois sempre digo, chorar é bom, pois manda a tristeza embora e abre espaço para a alegria.

BULLYING' CAUSA DOR, EXCLUSÃO E HUMILHAÇÃO


Pessoal,
Fazia tempo que queria postar sobre esse assunto e recebi do colega Paulo, uma matéria bem esclarecedora. Gostaria de chamar atenção para esse assunto, devido aos traumas que podem causar. Conheço inúmeros casos, e na minha opinião não podemos nunca deixar passar em branco, achando que "são coisas de crianças", se for necessário procure os responsáveis por quem está fazendo isso com o seu filho ou parente, se for na escola, procure a direção, leve o caso a sério!

BULLYING' CAUSA DOR, EXCLUSÃO E HUMILHAÇÃO

Fonte: Helena Daltro Pontual / Agência Senado – www.senado.gov.br

O termo, que vem do inglês bully (valentão) é utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica feitos de forma intencional e repetitiva, praticados por uma pessoa ou um grupo sobre outra pessoa ou outro grupo. O objetivo é agredir, intimidar, acossar e implicar com a vítima.
O bullying compreende, portanto, comportamentos com diversos níveis de violência que vão desde chateações inoportunas ou hostis até atos francamente agressivos, sob forma verbal ou não, sem motivação aparente, causando dor, angústia, exclusão, humilhação e discriminação. Na literatura especializada, adota-se também o termo vitimização.
O psicólogo José Augusto Pedra e a pedagoga Cléo Fante, autores do livro Bullying Escolar - Perguntas e respostas, dizem que os praticantes do bullying também mobilizam as opiniões dos colegas contra a vítima, por meio de boatos difamatórios ou apelidos que acentuam alguma característica física, psicológica ou trejeito considerado negativo, diferente ou esquisito. Esses boatos e agressões são, muitas vezes, expostos em sites de relacionamentos na internet.
Os autores explicam que a principal diferença entre o bullying e outros tipos de violência é a propriedade que o primeiro tem de causar traumas muitas vezes irreparáveis ao psiquismo das vítimas, comprometendo sua saúde física e mental e seu desenvolvimento socioeducacional. Ao contrário de outras ações violentas, ocasionais e reativas, o bullying se caracteriza por ações deliberadas e repetitivas, pelo desequilíbrio de poder - entre agressores e vítimas - e pela sutileza com que ocorre, sem que os adultos percebam, ou feitos de forma que as pessoas finjam não perceber.
Os critérios básicos para a prática do bullying foram estabelecidos pelo pesquisador Dan Olweus, da Universidade de Bergen, na Noruega, que trabalhou com esse tema entre 1978 a 1999. De acordo com o pesquisador, a vítima tem um medo constante de sofrer os assédios novamente e, por esse motivo, fica mobilizada por sentimentos de ansiedade, medo, insegurança, angústia, raiva e constrangimento, podendo também ter somatizações. Por continuar lembrando dos episódios de agressão, a vítima pode também alimentar o desejo de vingança.
Além das agressões entre alunos, Olweus estudou também a prática do bullying por professores e outros funcionários da escola contra alunos. Segundo o pesquisador, o fenômeno ocorre com maior frequência do que se supõe, e muitos alunos são agredidos, perseguidos, intimidados, ridicularizados, coagidos e acusados. Os professores, nesses casos, comparam, constrangem e chamam atenção publicamente, mostrando ainda preferência a determinados alunos em detrimento de outros.
Por outro lado, muitos professores também são assediados sexual e moralmente, humilhados e agredidos por alunos, conforme José Augusto Pedra e Cléo Fante. Os autores dizem que "é grande o número de profissionais que sofrem em seu ambiente de trabalho, sem saber o que fazer e a quem recorrer".
Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizada em 2009 revelou que quase um terço dos estudantes brasileiros, equivalente a 30,8%, informou já ter sofrido bullying, sendo a maioria das vítimas do sexo masculino.
Os autores alertam para o aspecto epidêmico do bullying nas escolas e da violência entre jovens na sociedade em geral, uma vez que, segundo eles, 80% das vítimas tendem a reproduzir os maus tratos sofridos.
Helena Daltro Pontual / Agência Senado – www.senado.gov.br

terça-feira, 28 de junho de 2011

DEZESSETE ESTADOS INICIAM LEVANTAMENTO SOBRE ABRIGOS



24/06/2011
As coordenadorias da infância de juventude de 17 estados já prestaram informações ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre as medidas adotadas para atender de forma mais adequada crianças e adolescentes que vivem em entidades de acolhimento. Os dados foram solicitados pela Corregedoria Nacional de Justiça, por meio de ofício expedido em janeiro último. O esforço em prol de um melhor acolhimento foi recomendado pelo Conselho através de uma instrução normativa, editada de junho do ano passado. A instrução “disciplina a adoção de medidas destinadas à regularização do controle de equipamentos de execução da medida protetiva de acolhimento de crianças e adolescentes”. Nesse sentido, recomendou aos tribunais que realizassem, a partir de julho do ano passado, uma série de audiências concentradas justamente para verificar as condições em que o acolhimento é prestado.
Entre os itens a serem apurados, as cortes deveriam verificar a situação pessoal, processual e procedimental existentes nas varas da infância e juventude e outros juízos com competência na área, promovendo a devida regularização nos casos em que for necessário. Os tribunais deveriam adotar também instrumentos para o controle efetivo das entidades que oferecem o acolhimento. Nesse sentido, a instrução recomenda a realização de parcerias com órgãos como o Ministério Público, a Ordem dos Advogados do Brasil, a Defensoria Pública, entre outros.
O Estado do Tocantins informou que realizou audiências concentradas em diversas comarcas, no mês de dezembro. De acordo com o tribunal, a casa de acolhida de Palmas, por exemplo, contava com 11 acolhidos, dos quais seis foram colocados sob a guarda dos pais ou da família extensa. A corte também informou a existência, na vara da infância e juventude da capital, de serviço psicossocial forense às mães ou gestantes que pretendem dar o filho em adoção.
O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia também comunicou que promoveu o I Seminário de Mobilização para Audiências Concentradas, em abril passado, com o objetivo de qualificar e instrumentalizar todos os envolvidos nesse trabalho, que passará a ser realizado em todo o estado.
No estado do Amazonas, a Coordenadoria da Infância e da Juventude realizou 166 audiências, abrangendo 230 crianças e adolescentes, com a participação da Promotoria da Justiça, Defensoria Pública e as secretarias de estado da Assistência Social e Direitos Humanos. Nesse trabalho, constatou-se a existência de crianças e adolescentes acolhidas sem o devido processo legal. O órgão tomou as medidas cabíveis para a instauração das devidas ações judiciais.
Além desses estados, prestaram informações o Rio Grande do Sul, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Maranhão, Distrito Federal, Amapá, Sergipe, São Paulo, Santa Catarina, Roraima, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraíba.
Crianças acolhidas - Dados do Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Acolhidos (CNCA), divulgados recentemente, mostraram que em todo o Brasil há 30.546 crianças e adolescentes vivendo em entidades de acolhimento ou estabelecimentos mantidos por organizações não governamentais, como igrejas ou outras instituições.
Crianças e adolescentes aptas à adoção, por sua vez, somam 4.583, segundo o Cadastro Nacional de Adoção, também mantido pelo Conselho. O número de pretendentes, no entanto, é quase seis vezes maior: são 26.938 pais e mães que desejam adotar.
Giselle Souza
Agência CNJ de Notícias

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Invista no seu filho!


Esses dias eu estava no consultório do dentista e vi uma propaganda dizendo algo assim, invista no seu filho, ele é o seu melhor projeto para o futuro.
Claro que a propaganda tinha cunho financeiro, mas me fez lembrar que faz tempo que tenho esse pensamento, como investir no futuro de um filho, que não seja financeiramente.

Roupas? Acho que não, elas deixam de servir muito rápido, e quanto mais elas tem menos valor dão, penso eu.
Brinquedos? Depende, educativos vale a pena, mas conheço crianças que tem tanto brinquedo, mas não tem com quem brincar!
Educação? Perfeito, isso lhes trará muito retorno.
Saúde? Um plano de saúde é excelente, para quem tem condições, claro.
Diversão? Nossa, isso gera aquelas lembranças maravilhosas de infância, que não tem preço!
Amigos? Mais ainda, incentivo muito meus filhos a terem, seja uma noite de pijama lá em casa, uma festinha de aniversário para comemorar com todos, um passeio na escola.
Esportes? É um aprendizado muito grande, e o melhor gastam energia, muito importante.
Religião? Imprescindível, é assim que você vai ensinar valores para a vida toda!
Tempo? É o melhor que você pode dar a ele!

Muitas vezes achamos que a felicidade do nosso filho depende de coisas materiais, e principalmente damos para ele aquilo que nós não ganhamos quando éramos crianças. Eu por muitas vezes fiz isso, já o meu marido é mais controlado, porque ele ganhava quando era criança, porém aprendeu a dar valor para as coisas não materiais antes que eu. Ele tem recordações fantásticas da infância, de brincadeiras bobas e boas.
Lá em casa não nos falta nada, porém lutamos por tudo para manter o melhor para os nossos filhos, eles estudam em escolas públicas, que gosto e acompanho sempre. Porém, optamos em vez de investirmos muito em roupas, brinquedos, passeios caros e guloseimas, economizamos com isso para poder pagar uma escolinha esportiva a eles, os mais velhos frequentam apenas duas manhãs, mas lá aprendem disciplina, fazem esportes como natação, tênis, ginastica artística e fazem passeios e até acampamentos, pura diversão!
Eles frequentam coral, pois adoram música, é um projeto gratuito ligado ao movimento cristão Girassol (www.girassoldoguara.blospot.com) que eles participam em sábados a tarde. Pagamos plano de saúde com muito sacrifício para os quatro, pois se torna caro. Fazemos passeios de bicicleta, noites do pijama, seção cinema com pipoca, tatame de “lutinhas”, teatro, música, dança, seção de cosquinhas...gastamos nosso precioso tempo muito em função deles! Mas isso nos deixa felizes, e a eles também!
Esse é o nosso projeto de futuro, nosso melhor investimento, pois caderneta de poupança ainda não conseguimos abrir para nenhum deles, hehehe!